CLÍNICA Dra. GESSIE ANNE LOPES

_____Clínica de Oncologia e Hematologia

___Dra. Gessie Anne Lopes  
Titular Especialista da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica e da SBC-AMB (TECA),
Sociedade Brasileira de Hematologia / Hemoterapia e Transplante de Medula Óssea.
Graduada e Pósgraduada pela PUCRS ( http://www.pucrs.br ) . Bacharelado em Filosofia pela UFRGS ( http://www.ufrgs.br ).
CNPQ Currículo Sistema Lattes Dra. Gessie Anne Lopes CRM18.767
terapias alvo moleculares
quimioterapia, imunoterapia e hormonioterapia do câncer
avaliações clínicas para cirurgia e radioterapia
equipe multidisciplinar e homecare
transplante de medula óssea
terapias paliativas e manejo clínico da incurabilidade e dor crônica
unimed – convênios – particulares
Gente Centro Médico Integrado / Maimônides Day Hospital
Rua Mal. Floriano Peixoto, 450 – Porto Alegre/RS. Telefone/Fax: (51)3023-8888
Contato para avaliações e acompnhamentos hospitalares: (51) 9981-9115
biotecnologia
CÂNCER DE MAMA – Atualizações
Pesquisas recentes, publicadas em periódicos internacionais, trazem informações conflitantes sobre como tratar o câncer de mama. Enquanto um estudo, divulgado no “Archives of Internal Medicine”, sugere que alguns tumores poderiam regredir espontaneamente, outro, publicado no periódico “Cancer”, indica que a demora para começar a radioterapia depois de cirurgia conservadora (na qual a mama é preservada) pode facilitar o surgimento de um novo tumor.Compararam-se taxas de câncer de mama de 119.472 mulheres de 50 a 64 anos, que realizaram mamografias como parte do rastreamento nacional da Noruega de 1996 e 2001, com dados de 1992 –quando não havia rastreamento– de outras 109.784 mulheres da mesma faixa etária. Observou-se incidência de câncer 22% mais alta no primeiro grupo, o que pode ter ocorrido, segundo os autores, porque alguns cânceres regrediram sem intervenção. Para eles, o curso natural de alguns cânceres pode ser regredir espontaneamente.”Existem relatos esporádicos de regressão espontânea, mas como identificar qual câncer regrediria sozinho?”, indaga a oncologista Maria del Pilar Estevez Diz, do Instituto do Câncer de São Paulo Octavio Frias de Oliveira. Ela diz que a mortalidade por câncer de mama tem caído principalmente por causa do diagnóstico precoce.Os mastologistas Antonio Frasson, do Hospital Israelita Albert Einstein, e José Luiz Bevilacqua, do Hospital Sírio-Libanês, avaliam que a discussão sobre excesso de diagnósticos e de intervenções que, em tese, seriam desnecessárias é muito atual e importante do ponto de vista populacional, mas tem pouco impacto no tratamento clínico de um paciente.

“No momento em que você detecta uma alteração, você acaba tratando, não espera para ver o que vai acontecer”, afirma Bevilacqua. Ele diz que hoje é possível conhecer o grau de agressividade do tumor –e com isso decidir o tratamento mais adequado–, mas a evolução do paciente ainda é um terreno desconhecido. Pesquisas mostram que em grupos de pacientes que não quiseram tratar tumores de mama in situ (localizado), 40% desenvolveram carcinoma invasor em um período de até 30 anos.

Ele acrescenta que, no caso do carcinoma lobular in situ (lesão que se origina nas glândulas lactíferas e que é considerada um marcador de risco), em geral, não há recomendação de cirurgia porque a probabilidade de se tornar invasor é de 1% ao ano. “Nesses casos, fazemos o controle clínico e a mamografia a cada seis meses.”

Radioterapia

Já a pesquisa que defende a realização de radioterapia logo após a cirurgia conservadora se baseou em 8.000 registros de câncer de mama em mulheres com mais de 65 anos. Dessas, 1.300 começaram o tratamento com atraso e 270 tiveram tratamento incompleto. Pacientes no estágio 1 da doença que atrasaram em oito semanas o início da radioterapia tiveram 1,4 vez mais chance de recorrência.

Aqueles que adiaram a terapia em mais de 12 semanas tiveram quatro vezes mais chances de sofrer de um novo tumor de mama. Quem não realizou todas as sessões do tratamento teve 32% mais risco de morte.

“Sabemos pela literatura médica que, se a paciente não se submete à radioterapia após a cirurgia, o retorno do câncer é de mais de 50%”, explica a mastologista Fabiana Makdissi, do Hospital A. C. Camargo.

Antonio Frasson lembra que a radioterapia não previne o surgimento de novos tumores, mas trata tumores microscópicos que não são detectados.

“Quando eu retardo muito a radioterapia, dou tempo para que lesões microscópicas cresçam.” O ideal, diz Makdissi, é começar a terapia de 20 a 30 dias após a cirurgia. Com ressalvas: pacientem que também precisam de quimioterapia devem terminá-la antes de iniciar outro tratamento.

A radioterapia segue um padrão para a maioria dos casos, sendo realizada durante cerca de 30 sessões, distribuídas entre quatro e seis semanas.

. O cuidado ideal das pacientes com câncer de mama tem se modificado de forma significativa nos últimos anos.
. O ritmo das mudanças tem sido impressionante e ocorreram em praticamente todos os aspectos relacionados com o conhecimento da doença.
. Desde a compreensão molecular, prevenção, rastreamento, detecção precoce, até as áreas comprometidas com o tratamento primário (cirurgia, radioterapia, quimioterapia, terapia endócrina, terapias-alvo, tratamentos paliativos e de suporte) passando pelos aspectos relacionados à pesquisa clínica, a evolução foi de uma velocidade espantosa, resultando em melhora terapêutica e melhor qualidade de vida.
. O resultado disto é a necessidade cada vez maior de uma abordagem multidisciplinar. Paralelamente, todos os profissionais comprometidos com o cuidado de pacientes com câncer de mama passam a ser pressionados a permanecer atualizados.

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OS 20 MELHORES HOSPITAIS PARA TRATAMENTO EM ONCOLOGIA E HEMATOLOGIA DOS ESTADOS UNIDOS E BRASIL

University-of-Texas-M-D-Anderson 
 reputation (%)                   U.S. News Score
1 64.1 100.0
2 59.8 93.3
3 33.4 66.6
4 27.0 60.8
5 28.6 49.4
6 16.4 47.7
7 13.3 43.5
8 13.0 40.7
9 11.5 39.1
10 7.2 38.7
11 8.1 38.4
12 6.7 37.8
13
Cleveland Clinic
Cleveland, OH
6.8 37.4
14 5.8 36.8
15 8.6 35.6
16 5.5 35.4
17 4.3 33.9
18 4.4 33.6
19 3.3 32.6
20 3.0 32.3

OS 20 MELHORES HOSPITAIS PARA TRATAMENTO EM ONCOLOGIA E HEMATOLOGIA NO BRASIL

HCPA

Hospital de Clínicas de Porto Alegre – HCPA

  

Reputation(%) Score 

 

1

Hospital Albert Einstein
São Paulo, SP

62.1

100.0

 

2

Hospital Sírio-Libanês
São Paulo, SP

61.8

99.3

 

3

Hospital do Instituto Nacional Câncer – INCA
Rio de Janeiro, RJ

52.4

84.3

 

4

Hospital do Câncer A.C. Camargo – Fundação Antonio Prudente
São Paulo, SP

47.0

75.6

 

5

Hospital de Clínicas de Curitiba – Universidade Fedederal do Paraná
Curitiba, PR

45.6

 73.4

 

6

Hospital de Clínicas de São Paulo – USP

Sáo Paulo – SP

44.4

71.4

 

7

Hospital Santa Rita – Santa Casa de Porto Alegre – Universidade Federal de Ciências Médicas de Porto Alegre
Porto Alegre, RS

43.3

69.7

 

8

Hospital de Clínicas de Belo Horizonte – Universidade Federal de Minas Gerais
Belo Horizonte, MG

42.0

67.6

 

9

Hospital Mãe de Deus
Porto Alegre , RS

35.5

57.1

 

10

Hospital Moinhos de Vento
Porto Alegre, RS

35.1

56.2

 

11

Hospital do Câncer

Barretos, SP

30.2

53.4

 

12

 Hospital de Clínicas de Porto Alegre – Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Porto Alegre, RS

30.0

51.8

 

13

Hospital do CEPON – Centro de Pesquisas Oncológicas 

Florianópolis, SC

29.5

49.9

 

14

Hospital Português da Bahia – Centro de Oncologia e Hematologia – 

Salvador, BA

5.8

36.8

 

15

Hospital do Câncer de Pernambuco 

Recife, PE

8.6

35.6

 

16

 Hospital Samaritano – Centro de Oncologia e Hematologia

Rio de Janeiro, RJ

5.5

35.4

 

17

 Instituto do Câncer do Ceará 

 Fortaleza, CE

4.3

33.9

 

18

 Hospital Universitário de Londrina 

Londrina, PR

4.4

33.6

 

19

 Hospital Universitário Getúlio Vargas 

Manaus, AM

3.3

32.6

 

20

 Hospital de Clínicas Gaspar Viana –

Belém, PA

3.1                           

 31.8

 

 

Nota Importante: Os demais Hospitais estão sendo avaliados e serão publicados em breve nesta lista, incluindo instituições do Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil, podendo a classificação ser por isso alterada. A importância de Serviços de Radioterapia, Quimioterapia , Transplante de Medula Óssea e Células Tronco, Equipe Cirurgia Oncológica e Serviços Complementares de Diagnóstico e Terapia, incluindo nestes, por exemplo, toda a estrutura multidisciplinar, medicina muclear, PET-CT, Pesquisa Científica entre outras são levados em consideração na avaliação e obtenção do escore para classificação.

  NOVOS HOSPITAIS TERÃO TRATAMENTO INTEGRAL AOS DOENTES DE CÂNCER PELO SUS


MS amplia tratamento integral aos doentes de câncer
Portaria habilita 11 novos hospitais em sete estados. Com isso, todos estados, exceto Roraima, passam a ter, pelo menos, um hospital habilitado na área
O Ministério da Saúde publica nesta sexta-feira (13) uma portaria que reforça que o doente de câncer tem que ter tratamento integrado da doença nos hospitais habilitados na área de oncologia. O documento também atualiza as já existentes 231 habilitações hospitalares no tratamento do câncer e credencia, na rede do Sistema Único de Saúde (SUS), 11 novos hospitais em sete estados. Com essa política, o MS facilita a vida do paciente de câncer, que encontrará nessas unidades desde um exame até cirurgias mais complexas.
A habilitação de um hospital em oncologia significa que ele realiza também duas modalidades do tratamento de cânceres: a cirurgia e a quimioterapia, no mínimo, sendo o serviço de radioterapia, quando existente, devidamente especificado na habilitação. Com a portaria, serão beneficiados os municípios de Salvador (BA), Anápolis (GO), Betim (MG), Campina Grande (PB), João Pessoa (PB), Arapongas (PR), Curitiba (PR), Umuarama (PR), Natal (RN), São José dos Campos (SP) e São Paulo (SP). Com a publicação desse documento, todos os estados brasileiros – exceto Roraima – passam a ter, pelo menos, um hospital habilitado em oncologia.
No país, o Ministério da Saúde já habilitou 242 unidades que incluem 258 estabelecimentos de saúde. Desde setembro de 1998, o MS vem organizando a assistência aos doentes de câncer no país. Desde então, foram publicadas portarias sobre a organização do SUS para os tratamentos especializados de alta complexidade, mas que nem sempre abarcavam a integralidade que o diagnóstico e o tratamento do câncer exigem.
A partir da Portaria 513, de 26 de setembro de 2007, o MS passou a não mais habilitar novos serviços isolados de radioterapia ou de quimioterapia, com o intuito de oferecer ao paciente um atendimento integral, que só é viável dentro de um hospital, com uma estrutura de serviços gerais e especializados. Esses hospitais, dependendo do seu grau de complexidade estrutural e funcional, passaram a ser habilitados como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) ou Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon). Depois disso, com a Portaria 146, de março de 2008, os serviços isolados continuaram na Rede de Atenção Oncológica dos estados que deles dispunham, mas com uma autorização temporária que venceu em fevereiro deste ano.
O objetivo do MS era acabar com os serviços isolados, mas, como essas unidades de saúde ainda não tinham condições de se habilitarem como Unacon ou Cacon, o ministério, em conformidade com as respectivas secretarias municipais e estaduais de saúde, está dando mais um prazo para que eles se adequem e se mantenham na rede. Com isso, foi criada na portaria 146 (que está sendo revogada pela atual portaria) a figura do Complexo Hospitalar. Com ele, é possível que diferentes serviços isolados de radioterapia ou de quimioterapia indicados por essas secretarias se integrem ao atendimento já realizado em hospitais.
“É internacionalmente reconhecido que o desenvolvimento do diagnóstico e do tratamento do câncer exige profissionais experientes e estabelecimentos de saúde com estrutura adequada. Organizar um sistema de saúde para cobrir todas essas variadas ações é, igualmente, uma tarefa complexa e contínua, e a organização do atendimento na alta complexidade da Rede de Atenção Oncológica, objeto dessa nova Portaria da SAS, é uma das etapas dessa tarefa”, explica Inez Gadelha, da coordenação-geral de Alta Complexidade, do Ministério da Saúde.ATENDIMENTO – Atualmente, a rede de atenção oncológica é formada por hospitais habilitados, como Unacon ou Cacon, e aqueles habilitados como Hospital Geral com Cirurgia Oncológica (que só realizam as cirurgias, não têm a condição de realizar os outros tratamentos). Quando os hospitais habilitados como Unacon e Cacon de um estado não conseguem atender a toda a demanda de cirurgias, eles são habilitados como sendo de Cirurgia Oncológica, com o compromisso de evoluírem em sua organização estrutural e funcional para atingirem a condição de habilitação como, pelo menos, Unacon. Por isso eles são apenas nove em todo o país.
Além disso, continuam oferecidos serviços isolados de radioterapia ou de quimioterapia, que têm a obrigação de se conveniar com um hospital, para o atendimento de internação de seus doentes, quando se faz necessário, até que se integrem definitivamente a um hospital com vistas à habilitação deste como, no mínimo, Unacon. A organização do acesso e dos atendimentos entre esses estabelecimentos de prestação parcial de serviços são definidos e regulados pelas respectivas secretarias de saúde.
Estima-se que, em 1999, 156 mil doentes receberam quimioterapia no país. Em 2008, esse número já ultrapassava 251 mil – o que representa um crescimento de 60,89% no número anual de pacientes atendidos nessa modalidade. Nesse mesmo período, o Ministério da Saúde investiu em tratamento especializado do câncer (cirurgia oncológica, radioterapia, quimioterapia e iodoterapia) valor que passou de R$ 470,48 milhões (1999) para R$ 1,37 bilhão (2008), sem contabilizar os R$ 337,8 milhões gastos, em 2008, com procedimentos cirúrgicos de câncer realizados fora dos hospitais habilitados em Oncologia.

Hospitais habilitados:

  • Salvador (BA) -Hospital Martagão Gesteira
  • Anápolis (GO)* – Hospital Evangélico Anápolis
  • Betim (MG) – Hospital Professor Oswaldo R. Franco
  • Campina Grande (PB) – Hospital Universitário Alcides Carneiro
  • João Pessoa (PB)* – Hospital São Vicente de Paula
  • Arapongas (PR) – Hospital Regional João de Freitas
  • Curitiba (PR)* – Hospital São Vicente
  • Umuarama (PR)* – Hospital Geral Nossa Senhora Aparecida
  • Natal (RN)* – Hospital do Coração de Natal
  • São José dos Campos (SP)* – Centro de Tratamento Fabiana Macedo de Morais
  • São Paulo (SP) – Instituto do Câncer do Estado de São Paulo